Archive | setembro, 2013

Piso nacional do professores: estados defendem reajuste menor em 2014

24 set

Da Redação – Terra Educação – 23/09/2013 – São Paulo, SP

Governadores de pelos 27 estados se uniram para sugerir uma nova fórmula do cálculo de correção dos salários dos professores da educação básica a partir do ano que vem. Estudos preliminares do governo federal apontam um aumento de 19% em 2014, mais do que o dobro do que os 7,97% concedidos à categoria no início deste ano. O documento, com uma nova sugestão de cálculo, foi entregue ao Executivo na semana retrasada. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, se aplicado já no ano que vem, o índice seria reduzido a 7,7%. Hoje, nenhum docente pode receber menos do que R$ 1.567.

Hoje o cálculo segue a variação do gasto por aluno no Fundeb, que depende do volume de impostos a ele destinados e do número de alunos da rede pública do ensino fundamental. Para os governadores, a solução é reajustar o piso com base no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, apurado pelo IBGE) do ano anterior acrescido de 50% da variação real (descontada a inflação) do fundo.

Há ainda uma proposta defendida pela CNTE, entidade que representa os trabalhadores da educação básica, que ficaria em torno de 10%. Uma mesa de negociação, organizada pelo Ministério da Educação, está tratando do tema com o objetivo de chegar a um consenso sobre uma nova fórmula de reajuste, a ser aprovada pelo Congresso.

A proposta dos trabalhadores estabelece o INPC mais 50% da variação nominal (sem descontar a inflação) do Fundeb. O argumento é de que o piso dos professores –pouco mais do que o dobro do salário mínimo– ainda é muito baixo, o que contribui para o apagão dos profissionais na sala de aula.

Jogo dos cem erros de português

23 set

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A turma da Mônica e a acessibilidade

23 set

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A HISTÓRIA DO PÃO DE QUEIJO, UMA IGUARIA MINEIRA QUE CONQUISTOU O PALADAR DO BRASIL INTEIRO:

23 set

Apesar de vinculado a culinária mineira, as origens do pão de queijo tem várias versões: embora historiadores especulem que ele exista desde o século XVIII, a iguaria tornou-se efetivamente popular a partir da segunda metade do século XX. Registros mais específicos indicam que ele tenha sido tradicionalmente desenvolvido no estado de Minas Gerais.pao

Estudos dizem que o pão de queijo surgiu na época dos escravos. A mandioca era o pão do índio brasileiro. O ovo e o leite é uma herança dos portugueses, que com o com o polvilho, reinventaram o pão de queijo. Há outros indícios de que a receita tenha aparecido nas fazendas de Minas , quando as cozinheiras preparavam para servir seus senhores, na época em que havia grande oferta de leite, ovos e queijos, em função da expansão da pecuária.

Naquela época, não se imaginava que o pão de queijo fosse ultrapassar as fronteiras “das Gerais”, muito menos que ganharia o mundo (hoje, países como EUA, Portugal, Itália e Japão importam os deliciosos pães de queijo brasileiro). Comer queijo após as refeições era hábito antigo, mas no século XIX, o queijo sobrava e endurecia. Como a farinha que chegava até as fazendas era de baixa qualidade, as cozinheiras passaram a substituí-la por polvilho nas receitas dos pães.

Somente a partir da década de 1950, o pão de queijo expandiu sua carreira de sucesso, principalmente em Minas. Coincidentemente nessa época aconteceu o desenvolvimento das quitandas e rapidamente, em boa parte do país, se consumia e apreciava essa delícia tipicamente mineira.

Paulo Freire

22 set

Em 1962, o educador cria um método de alfabetização de adultos e o testa na cidade de Angicos (RN), onde alfabetizou 200 adultos, todos cortadores de cana, em apenas 40 dias. O método, que posteriormente ficou conhecido como método Paulo Freire, dispensava o uso das tradicionais cartilhas baseadas em repetições de palavras e frases pré-formuladas. O método de Freire consistia em buscar as palavras e temas mais significativos na vida do aluno, mostrar para ele o significado social de cada uma destas palavras e temas aprendidos e desafiá-lo a superar sua visão acrítica do mundo em que vive e passar a ter uma postura conscientizada.paulofreireforum

Durante a ditadura militar, Freire foi perseguido pelo regime e exilou-se no Chile. Foi neste período, em 1968, que o educador escreveu uma das suas maiores obras, o livro Pedagogia do Oprimido, onde defendeu uma nova relação entre professor, estudante e a sociedade para a época. Através de uma análise marxista, Freire afirma que o educador deve ter uma postura revolucionária, conscientizando os estudantes sobre a ideologia opressora para que estes possam se libertar e modificar a realidade na qual estão inseridos. Proibido no país, o livro só chegou a ser publicado no Brasil em 1974.

Na política, Freire foi filiado ao PT e ocupou o cargo de secretário de Educação da Prefeitura de São Paulo na gestão de Luiza Erundina (1989-1992). Neste período, o educador criou na capital paulista o MOVA – Movimento de Alfabetização, um programa de apoio a salas comunitárias de EJA (Educação de Jovens e Adultos), que até hoje é adotado por diversas prefeituras, a maioria administradas por partidos de esquerda, e por outras instâncias governamentais.

Em 1997, Freire faleceu vítima de um ataque cardíaco aos 75 anos. Hoje, o educador é o brasileiro mais homenageado por instituições acadêmicas na história, com 41 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades como Harvard, Cambridge e Oxford. Em abril deste ano, o Centro de Referência Paulo Freire disponibilizou a obra completa do educador gratuitamente para download, além de vídeos com aulas, palestras e entrevistas do mesmo.

* Texto publicado originalmente no site da Revista Fórum

Concurso Cultural – Redação Vencedora – 1º lugar

22 set

Michelle Cristina de Oliveira Ribeiro – 8 periodo pedagogia, noite-1michelle

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Uni e o Dia da Solidariedade Social

21 set

uni