Archive | setembro, 2010

A arte de ensinar

30 set

Na tentativa de refletir mais sobre a arte de ensinar vejamos esse poema simples e lindo que diz muita coisa: Professora

“Ela entrou na sala e viu rostos que perscrutavam, indagavam, esperavam. Começou a dizer-lhes de suas férias, mas descobriu que esta palavra ali era oca e distante. Abriu então seu caderno de planos e quis ensinar-lhes as maravilhas que ali escrevera, mas aprendeu que menino triste não tem gosto para manejar o lápis. Quis ensinar uma canção, mas o canto se tornou um choro. Tentou contar-lhes de bruxas, de fadas, de gigantes, mas percebeu que não crêem em fantasias os meninos que vivem da verdade de cada dia. Por um instante a professora não encontrou o que fazer. Então, apenas sorriu para a classe e decidiu dar-lhes primeiro a sua amizade. Depois, mansamente, lhes daria ensinamentos. Bem-aventurada!”

= (Maria Célia Bueno) do livro: A educação pré-escolar, Marieta Lúcia Machado Nicolau.

http://www.artigonal.com/ciencia-artigos/o-perfil-profissional-do-professor-de-educacao-infantil-481125.html

Parabéns para o Uni-BH da aluna Ana Lúcia do terceiro período!

28 set

Caro professor Carlos Donizetti, escrevo este e-mail parabenizando a nossa instituição pelo crédito que recebeu da Editora Abril por meio de seu Guia do Estudante. As minhas expectativas quanto ao curso depois da mudança da mantenedora me trouxe muito receio quanto à qualidade que se poderia chegar os cursos oferecidos e principalmente aquele que considero o carro-chefe da instituição pelo prestígio que teve durante mais de quarenta anos onde bravos educadores, como o professor Sinésio tanto lutaram para que a Pedagogia fosse exercida com suas máximas éticas  e curriculares.

Aproveito para destacar que não possuo contato direto com o senhor por e-mail, sendo que soube da notificação da Editora Abril por meio de colegas da turma da sala do 3º e 4º período. Deixo aqui então o meu endereço eletrônico para futuras divulgações  sobre o curso e seus avanços  que tenho certeza que sempre virão, por terem professores tão gabaritados para isto sempre se tornar real e evolutivo para nós futuros educadores em formação continuada.

Minhas sinceras congratulações.

Ana Lúcia dos Santos- 3º período.  

Poesia sonora

28 set
Vou apresentar nesta quinta às 19 horas no espaço de convívio uma performance de poesia sonora dentro do projeto Letras em Movimento do curso de Letras do Uni-Bh.
Em anexo cartaz com detalhes.
Abraço,
Prof. Francesco.

Cineducação: O Contador de Histórias

28 set

 Cineducação exibirá o filme “O contador de histórias” . O evento acontecerá no dia 1º de outubro, sexta-feira, nos turnos manhã e noite. Para o debate, contaremos com a mediação da professora Idalena Oliveira Chaves (que também indicou o filme) e a participação das professoras Maria da Consolação Azevedo Oliveira (turnos manhã e noite) e Solange Maria Moreira Campos (turno da noite).  Ao divulgarem o Cineducação nas salas, nossas estagiárias estão ressaltando, para os alunos do curso noturno, que, como a data é extra – não constava no calendário anteriormente -, o professor pode ou não liberar a turma para assistir ao evento, de acordo com outras atividades que ele já tiver agendado.  

EX-ALUNA DO CURSO DE PEDAGOGIA RECEBE PRÊMIO

28 set

No dia 16 de agosto de 2010, no HSBC em SP, a ex-aluna do curso de Pedagogia, Cleuza Pimenta, formada na turma de 1983, foi premiada através do projeto “Construindo um excelente lugar para Trabalhar” desenvolvido no SEBRAE-MG na função de Consultor interno de RH.

O SEBRAE-MG foi premiado entre as 100 Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil – edição 2010. Cleuza ressalta”: Trata-se de um reconhecimento de um trabalho em equipe que desperta emoção e realça um profundo sentido de valor e respeito ao ser humano.” A ex-aluna formou-se no curso de Pedagogia com ênfase em Supervisão Escolar e Administração Escolar e esteve sempre atuante como pedagoga em espaços não escolares. 

Cleuza Pimenta ainda declara: “A classificação do SEBRAE como uma das 100 Melhores Empresas para se trabalhar no Brasil, pelo Instituto Great Place to Work®, cujo projeto foi coordenado por mim foi um salto qualitativo em minha carreira. Ele comprova que valorizar as pessoas é uma forma efetiva de se alcançar bons resultados. Eu considero o prêmio como a consagração de um trabalho bem feito. Fruto de perseverança, foco e muita  confiança no ser humano. Ser um excelente lugar para se trabalhar reúne uma série de fatores que, somados, fazem a diferença. Entre eles, estão a credibilidade da gestão, o respeito, o orgulho que o colaborador sente da empresa e do trabalho realizado. O estudo concluiu que muitas empresas podem se tornar um excelente lugar para trabalhar, pela simples razão que a qualidade do trabalho, segundo sua metodologia, pode ser medida em três relacionamentos existentes dentro de toda organização, desde que tenham resultados expressivos na mensuração do relacionamento entre liderança e funcionários; funcionários e suas tarefas e funcionários e empresa.” 

Parabéns a você que representa tão bem a Pedagogia em ação, slogan do curso de Pedagogia que acredita nos alunos formados no UNIBH.

Eliurde Rodrigues / Representante da Assoped

Remédio não é “tábua de salvação” para jovens

27 set
“VOCÊ ESTÁ com dificuldade de concentração! Deve ter deficit de atenção! Por que não toma remédio?” Muita gente já deve ter ouvido essa pergunta dos professores, amigos e até mesmo dos pais. Será que não existe um exagero nessa onda de medicar tudo aquilo que a gente sente?
Nas últimas décadas, a indústria e a ciência desenvolveram remédios mais eficazes e com menos efeitos desagradáveis para tratar ansiedade, depressão e deficit de atenção, entre outras manifestações psíquicas. Isso é muito bom: tratamento mais eficiente e seguro para quem precisa. Mas essa evolução teve um efeito colateral social. Muita gente que talvez não precisasse acabou ganhando uma prescrição.
Tristezas, inseguranças, ansiedades e inquietações, que são normais na vida de qualquer um, passaram a ser mais facilmente medicadas, tirando um pouco nossa responsabilidade de resolver conflitos pessoais. Assim, por exemplo, um final de namoro pode ganhar a ajudinha extra de um antidepressivo.
Com a atenção e a concentração, o uso de remédio de forma exagerada talvez seja a questão que mais chama a atenção dos especialistas. Parece que o remédio (Ritalina, por exemplo) virou uma “tábua de salvação” para muito aluno que não vai bem na escola. Mas há problemas! Um remédio como esse (que é um derivado de anfetamina) pode causar dependência.
Ele deve ser usado por quem precisa e não por quem está atravessando uma fase de mais inquietação e menos atenção. Será que essas manifestações não são típicas da idade?
Antes de pensar em tomar remédio, que tal checar como andam suas emoções, seu sono e a vontade de sentar na cadeira e estudar? Como parte de nosso crescimento, a gente tem que aprender a lidar com nossos conflitos e emoções nem sempre agradáveis. JAIRO BOUER – jbouer@uol.com.br

Enviado pela Profa. Ana Rosa

Avaliação de Professores

27 set

Seis Estados já adotaram algum tipo de aferição do desempenho em aula. Para sindicatos, método é simplista, pois ignora salários e condições de trabalho; especialistas apontam problemas
ANGELA PINHO DE BRASÍLIA

Polêmica entre especialistas da educação e sindicatos de professores, é cada vez mais comum no Brasil a avaliação de docentes da rede pública, com recompensa financeira para aqueles que tenham melhor desempenho. Inspiradas em experiências de países como Estados Unidos e Chile, as avaliações já são feitas na Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo -seis Estados administrados por partidos diversos, como o PSDB e o PT. Apesar de serem cada vez mais frequentes nas redes públicas brasileiras, não há ainda consenso sobre a eficácia dessas avaliações para elevar a qualidade do ensino. Sindicatos de professores dizem que elas são simplistas, por se basearem apenas em testes e não tocarem nas questões dos salários e condições de trabalho precárias.

Já os gestores do ensino afirmam que elas são importantes fatores de estímulo. De acordo com Cláudio Ferraz, professor de economia da PUC-Rio, que estuda o tema, como as experiências ainda são recentes, não há evidência de que no Brasil a remuneração do professor em razão do mérito -aferido por meio de avaliações- tenha impacto sobre a aprendizagem dos estudantes.

ESTÍMULO – Mesmo assim, ele defende o sistema pelo fato de representar um incentivo para que avanços básicos aconteçam, como o professor não faltar muito às aulas e dar maior importância à aprendizagem de seus alunos, uma vez que a nota desses estudantes poderá afetar o seu salário. Já José Marcelino Rezende Pinto, professor da USP, discorda. Para ele, o problema das políticas públicas de premiação é que elas não olham para os profissionais ruins. “Se eu quero uma boa escola, preciso que todo o conjunto de docentes seja bom e não apenas uma elite. A forma de conseguir isso é oferecer bons salários e aumentar o nível de exigência para ser professor”, afirma. Entre as secretarias estaduais de Educação que implantaram algum sistema de avaliação e premiação de professores, há diferenças tanto nos critérios utilizados quanto nos prêmios concedidos aos mais bem avaliados. Folha de São Paulo, 06/09/2010 – São Paulo SP