Arquivo | março, 2012

Bienal do Livro de Minas – 18 a 27 de maio de 2012

29 mar

http://www.bienaldolivrominas.com.br/

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Pela unificação das carreiras de professor

29 mar

O Tempo, 29/03/2012 – Belo Horizonte MG
MODESTA TRINDADE THEODORO

O movimento pela unificação de carreiras de professores nas redes pública e particular de ensino em Belo Horizonte é legítimo. Mesmo que a educação infantil seja uma das etapas mais caras do ensino, os governantes concordam com a unificação desde que o MEC se responsabilize pelo repasse, pois são muitos os municípios que não podem arcar com as despesas. A greve na educação infantil tem como objetivo principal a unificação das carreiras. A consequência da unificação é a equiparação salarial, ou seja: para a mesma função, para salário semelhante. Em 1991, depois de muita luta, professoras do início do ensino fundamental da prefeitura tiveram seus salários equiparados aos dos demais professores.

Segredo é se misturar com crianças, diz jovem contadora de histórias

29 mar

Portal G1, 28/03/2012

Anne Caroline Silva da Costa, de 17 anos, adora contar histórias. As próprias e as dos livros infantis. Ela desenvolveu técnicas para atrair a atenção das crianças quando participou do projeto Contando História, da Fundação Criança, autarquia da Prefeitura de São Bernardo do Campo, no ABC, onde mora. Na sua casa, no Jardim Calux, estão suas principais ouvintes, suas “cobaias”, como ela define: as duas irmãs, Sofia, de 2 anos, e Julia, de 4. “Nunca conto uma história sem antes treinar com elas. O segredo para contar uma boa história é se misturar com as crianças, se dispor a sentar no chão e contar de coração aberto, porque a criança é pura”, diz Anne. Segunda ela, as meninas adoram os contos e interagem com as histórias.

Para garantir a “audiência” dos pequenos, Anne diz que valem fantoches, fantasias ou trilha sonora. “Tudo isso ajuda a chamar a atenção da criança, principalmente aquelas que não estão próximas de você durante a contação. Cada pessoa tem o seu artifício.” Anne lembra que uma “isca” para atrair as crianças menores são os livros com imagens coloridas, em autorrelevo ou com sons. Segundo Anne, a arte exige paciência porque, para garantir a atenção das crianças e chamá-la para dentro da história, antes é necessário ganhar sua confiança. “No começo, elas estranham um pouco, mas depois se rendem e pedem as histórias de princesas, dragões e outras.”

Cai nº de leitores no País e metade não lê

29 mar

O Estado de São Paulo, 28/03/2012 – São Paulo SP

Parcela da população que se diz leitora passou de 55% em 2007 para 50% em 2011
Maria Fernanda Rodrigues

A terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, a ser apresentada hoje na Câmara, revelou que a população leitora diminuiu no País. Enquanto em 2007 55% dos brasileiros se diziam leitores, hoje esse porcentual caiu para 50%. São considerados leitores aqueles que leram pelo menos um livro nos três meses anteriores à pesquisa. Diminuiu também, de 4,7 para 4, o número de livros lidos por ano. Entraram nessa estatística os livros iniciados, mas não acabados. Na conta final, o brasileiro leu 2,1 livros inteiros e desistiu da leitura de 2. A pesquisa foi feita pelo Ibope Inteligência por encomenda do Instituto Pró-Livro (IPL), entidade criada em 2006 pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), Sindicato Nacional de Editores e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares. “É no mínimo triste a gente não poder comemorar um crescimento”, disse Karine Pansa, que acumula a direção do IPL e da CBL. Ontem, o Estado mostrou que 75% dos brasileiros nunca pisaram em uma biblioteca.

O público gostou do Cineducação…

27 mar

Seja na precária realidade da escola de uma aldeia Chinesa, retratada no filme “Nenhum a menos”, ou na dificuldade para enfrentar e combater as agressões físicas e psicológicas sofridas por alunos adolescente em “Bullying” fica evidente o papel do educador como um agente social da mudança. Um profissional que, junto com a escola, a família e os governantes tem a possibilidade de aplicar seus conhecimentos de forma a fazer a diferença na vida de muitas pessoas.

Nenhum a menos: No turno da manhã as alunas Gizele Ribeiro Coelho, Larissa Cunha de Araújo Oliveira, Priscila Gonçalves Vieira e Stéfani Carolline Martins Silva realizaram o debate. Um saquinho com palavras, esta foi a estratégia utilizada para iniciar a troca de ideias. Pessoas da plateia sorteavam papéis nos quais estava escrito determinação, superação, compromisso, perseverança, obstáculo, humildade, esperança, unidade e faziam um comentário relacionando-as com o filme “Nenhum a menos”. Para a palavra “esperança”, fazendo referência à atitude da jovem professora que não desistiu de encontrar e trazer de volta o aluno desaparecido, a professora Maria da Conceição P. Silva observou que “temos que acreditar porque, para quem trabalha com educação, esperança é fundamental, senão a gente desiste”. A aluna Clenice Elane Lúcio Fernandes, do 3º período, correlacionou a palavra “unidade” à união entre professora e alunos para encontrar soluções que ajudassem a resgatar a criança que deixou a escola para trabalhar e ajudar a família. “Tudo que aconteceu foi um aprendizado para toda a aldeia e é isso que temos que fazer, pois, para ensinar, a gente tem que envolver” disse a aluna.

Bullying: O debate do filme “Bullying”, à noite, foi realizado pelas alunas Priscila Pereira Mansur, Rafaela Silva Espinelli e Sabrina Oliveira Carvalho, mediado por Grazielle Fernanda dos Santos Coelho. O tema do filme é bem polêmico e as alunas se expuseram sobre estatísticas, leis e atitudes do educador frente a este problema. Segundo Sabrina Carvalho, Belo Horizonte é segunda capital brasileira com maior registro de casos de bullying. Ela ponderou também ao invés de agirem rapidamente para ajudar a acabar com este tipo de violência psicológica e / ou física, as escolas são omissas, negam que aconteça em suas dependências com medo de sua imagem ser denegrida.

Cineducação (manhã e noite), como espaço de aprendizagem (sala ampliada)

27 mar

O professor Carlos Donizetti da Silva, coordenador do curso de Pedagogia, destacou em sua fala o conceito de sala de aula ampliada, no qual o processo da construção do conhecimento não se dá apenas em sala de aula. “Um exemplo disso foi o que vimos aqui. Os alunos saíram de suas salas, assistiram aos filmes e aprenderam sobre a realidade do povo chinês, sobre bullying. Estamos sempre aprendendo”, pontuou o coordenador. Com muito empenho os alunos do 7º período venceram mais um desafio neste último período de curso. Orientados pelos professores Maria da Conceição Passos Silva (turma manhã) e Renato Srbek Araujo (turma noite), eles planejaram, organizaram e realizaram uma sessão do Cineducação, o cineclube do curso de Pedagogia, desde a sugestão do filme, até a divulgação do evento, composição da mesa de debates, produção do cerimonial e organização da infraestrutura.  (Texto de Martha Godinho – LPd)

Parabéns para quem faz aniversário em março!

26 mar

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